março 2011


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Leitor, nós já nos conhecemos há algum tempo… Dois anos e meio. Dois anos e meio! (alguns menos, mas não importa) Quando se fala (ou se lê) parece que fica mais… Verdadeiro.

Você, leitor, nos acompanha e nos aceitou como seu legítimo autor, nós viemos aqui, pedir o seguinte favor: leia-nos nos episódios tristes e felizes, nos episódios interessantes e até nos mais chatinhos. Comente, sugira, ria e chore com a gente na alegria e na tristeza até que o “The End” nos separe.

Pelo poder em nós investidos pela criatividade, eu nos declaro autor e leitor.

Filipe, Poliana e Samara Andrade.

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“It’s not what I didn’t feel, it’s what I didn’t show”, diz a música Misery, do Maroon 5. É exatamente nesse clima que o episódio Seja Sutil e Saia Empurrando se baseia. O mundo seria tão mais simples se nós colocássemos para fora com clareza os nossos sentimentos, não seria? Mas não é assim que funciona. Volta e meia, preferimos não mostrar nossas impressões ou direcioná-las de maneiras curiosas.

No universo dos Andrades, alguns desenvolvem a árdua capacidade de notar as sutilezas das expressões, enquanto outros têm dificuldades em perceber o que está passando. Tomás tem que entender o caos emocional de Caio, enquanto Rebeca exercita sua habilidade de sedução por entrelinhas. Sara e Carol enfrentam os muros construídos em sua relação e Júnior tenta acalmar os ânimos com despedidas de solteiro.

Rodrigo Andrade.